
O México recebe mais de 45 milhões de turistas internacionais por ano. O Brasil, com mais natureza, diversidade cultural, criatividade e vocação natural para o turismo, atrai 8 milhões de visitantes.
A diferença não está no potencial. Está na estratégia, no posicionamento e na organização dos destinos turísticos brasileiros.
Imagine um Brasil com dez vezes mais turistas: cidades que crescem com inteligência, empresas e colaboradores prosperando com credibilidade, comunidades participando ativamente do desenvolvimento econômico. O turismo deixando de ser promessa e virando política pública transformadora.
O mundo quer viajar. E busca destinos com rastreabilidade, impacto positivo e práticas responsáveis. Propósito, diversidade, acessibilidade e justiça climática deixaram de ser bônus, viraram pré-requisitos para empresas globais, operadoras e viajantes conscientes.
Com o turismo responsável por 8% das emissões globais de gases de efeito estufa e a COP 30, realizada no Brasil, tomando conta do noticiário, o cenário internacional já não investe ou escolhe destinos sem critérios ESG (Environmental, Social and Governance) bem estabelecidos.
Ou o Brasil ocupa esse espaço de liderança, ou outros países seguirão dominando o mercado de turismo sustentável.
Foi por isso que desenvolvemos o Programa Destinos Brasileiros Sustentáveis, uma solução com método auditável, dados rastreáveis e capacidade de escala nacional. O programa, que conta com o apoio da Embratur e Unedestinos, desenvolve simultaneamente os destinos e os negócios de sua cadeia turística em um mesmo ambiente de aprendizado, medição e ação.
O processo eleva a maturidade de empreendimentos turísticos nos pilares ambientais, sociais e, principalmente, de governança, inaugurando um novo ciclo de desenvolvimento sustentável para cidades brasileiras.
Não é só sobre cumprir indicadores de sustentabilidade. É sobre reconhecer vocações locais, alinhar compromissos públicos e privados, comparar boas práticas e integrar diferentes atores em torno de um plano comum de desenvolvimento.
O programa funciona como um roadmap auditável e contínuo, resolvendo a descontinuidade crônica das políticas públicas de turismo. Prefeituras e secretarias se tornam plataformas de governança, enquanto empreendedores locais deixam de ser simples beneficiários para se tornarem coprodutores ativos do desenvolvimento de suas regiões.

Baseado em cerca de 85 critérios práticos validados por normas internacionais, incluindo os padrões do Global Sustainable Tourism Council (GSTC), do qual a ESG Pulse é membro oficial, o programa oferece:
A plataforma ESG Pulse, em operação desde 2023, já conta com:
Marriott, Accor, e Club Med já encontraram valor na certificação ESG Pulse. Embratur, Visit Rio e Visite Campinas já iniciaram suas jornadas de desenvolvimento de destinos sustentáveis.

O movimento ganhou ainda mais força com a série de webinars promovida pela Embratur em parceria com a ESG Pulse e Unedestinos (União Nacional de CVBs e Entidades de Destinos) .
O primeiro encontro, “Destinos Brasileiros Sustentáveis“, realizado em 29 de outubro, reuniu mais de 500 profissionais de turismo de todo o país, incluindo representantes de secretarias de turismo, convention & visitors bureau, empresários e fornecedores, em um debate sobre os desafios e oportunidades da sustentabilidade no turismo brasileiro.
O segundo webinar, “Do Diagnóstico à Ação: Como Participar do Movimento”, realizado em 5 de novembro, aprofundou a aplicação prática da Régua ESG Pulse, ferramenta criada para avaliar e melhorar o desempenho de destinos e empreendimentos turísticos.
Segundo Toni Sando, presidente da Unedestinos: “Começamos uma etapa prática e colaborativa do turismo brasileiro, transformando discurso de sustentabilidade em dados, métricas e competitividade real para os nossos associados e destinos.“
O Programa Destinos Sustentáveis entrega para gestores públicos:
Sua cidade deixa de improvisar e passa a liderar com reputação internacional, dados confiáveis e resultados concretos.
Empreendimentos turísticos, hotéis, pousadas, bares, restaurantes, agências de viagem, atrativos turísticos e espaços de eventos, ganham:
Ao se certificar, o empreendedor integra a nova economia do turismo global, com acesso a mercados antes inacessíveis.
O turismo de negócios e eventos (MICE – Meetings, Incentives, Conventions & Exhibitions) movimenta bilhões de dólares no mundo. O Brasil ainda capta uma parcela pequena desse mercado, e perde espaço competitivo por falta de estrutura ESG comprovada.
Com o Programa Destinos Sustentáveis ESG Pulse, cidades ganham:
Eventos sustentáveis trazem mais que visitantes. Trazem conexões estratégicas, visibilidade internacional e desenvolvimento econômico duradouro.
Cada etapa na jornada ESG Pulse se transforma em ativos de comunicação:
Não é storytelling. É storydoing. Com dados auditáveis, transparência e impacto mensurável.

Cidades como Rio de Janeiro e Campinas já estão participando ativamente do programa. Mais de 20 destinos estão em diagnóstico com a Embratur rumo à COP 30, construindo um movimento nacional de transformação do turismo brasileiro.
A janela de oportunidade está aberta, mas não permanecerá indefinidamente. Países concorrentes avançam rapidamente na estruturação de seus destinos turísticos sustentáveis.
O Brasil tem o potencial natural. Agora precisa da estratégia, da governança e das evidências que o mercado global exige.
Na ESG Pulse, tornamos a sustentabilidade corporativa mais acessível, estratégica e ágil, preparando profissionais e empresas para liderar a transição rumo a um setor de turismo mais consciente e sustentável.
ESG Pulse. Responsabilidade que gera valor.
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Site: www.esgpulse.global/destinos-sustentaveis
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